RIMA
À FAMÍLIA ANÁLIA FRANCO
Domingo
oito de julho, o sol no céu a brilhar
Sempre vou a uma Família, não deixo passar em branco
Do tema, "Água no Altar", eu falo sem hesitar
De paletó e gravata, lá vou para o Anália Franco
Saio
de casa bem cedo, não gosto de me atrasar
Já combinei na semana com o pastor Eduardo Achar
Sou bastante precavido, e quase nunca me tardo
Eu nunca perco uma "boca", tal qual o Dr. Ricardo
Sou
prudente na Anchieta, e chego à Vila Prudente
Entro na Anhaia Melo e, sem melar, sigo em frente
Saio da Farah Mauf à direita à Abel Ferreira
Chegar até a igreja agora é uma brincadeira
Já
achei o meu lugar, já estou estacionando
Da rua ouço louvores, são os irmãos ensaiando
Ninguém quer desafinar, pois a igreja é exigente
Ninguém quer atravessar, passar vergonha na frente
Nem
bem cheguei ao lugar e uma notícia me anima
Me informam que a igreja alugou o andar de cima
E fizeram um berçário onde era o cultinho
E decoraram com classe as paredes e os bercinhos
No
louvor está a Cibele e também a sua filha
Aliás, no Anália Franco, o louvor é em família,
Os irmãos dessa igreja gostam de decoração
Com bandeiras das nações, enfeitaram o salão
A
Márcia do Roberto Carlos, um fato noticiou
"Minha filha foi às águas" e já toca
no louvor
Dona Cacilda revela estar contente de fato
Claro que sentindo a falta do saudoso Deodato
A
Márcia ao final do culto, tremendo como uma pilha
Disse: "Que nome correto, ´Igreja Cristã da Família´
"
Falou do amor da igreja e à igreja do seu amor
E deu de presente um mimo, um para cada pastor
Já
estou me despedindo, mas espero aqui voltar
E só o Eduardo e o Ricardo tornarem a me convidar
A igreja é muito alegre, gostei de estar aqui
Tchau Eduardo e Ricardo, tchau Cibele, tchau Rosi
Cláudio
Pinto Pr/Cim